Primeiro vem a história, depois vem o recurso.
A condução começa ouvindo o que a pessoa vive, o que se repete, o que dói e o que ela já tentou fazer. Só depois disso faz sentido falar em técnica, sessão, processo ou recurso terapêutico.
- o que trouxe a pessoa até o atendimento
- qual padrão parece se repetir
- qual limite precisa ser respeitado
- se existe acompanhamento clínico em andamento
